Oi, eu sou a Cami, tenho 24 anos, sou mamãe do Gabriel e nós moramos no Paraná. 💖

Resolvi compartilhar aqui um pouco da minha experiência com a amamentação, porque sei como esse começo pode ser cheio de dúvidas, medos e descobertas.

Desde a gravidez, eu já estava ansiosa para amamentar.

Tinha tantas preocupações… e o meu maior medo era não ter leite. Mal sabia eu que teria que trocar de camisa varias vezes ao dia por que meu peito vazou… 😂


Os primeiros dias no hospital 🏥

Nos dias em que estava internada, logo após ganhar o Gabriel, não senti nenhuma dor no mamilo.
Ainda estava anestesiada e só conseguia pensar: “Será que ele está com fome?”

Quando o efeito passou, segurei o corpinho dele tão frágil e molinho. Usei de tudo que sabia e ele começou a sugar. 😍

Foi maravilhoso. Ali, no meu braço, mamando, eu senti algo indescritível. A sensação era única: eu estava transmitindo vida para o meu filho. ❤️
Naquele momento, tive a certeza de que o leite materno não é só alimento é vínculo, carinho, proteção.

Amamentar é um presente.
Durante os seis primeiros meses de vida, o leite materno é a principal fonte de nutrição, mas ele também acalma, consola e fortalece o bebê de um jeito que nada mais consegue fazer. 🤱

Embora a boquinha minúscula dificultasse um pouco eu pude sentir a potência daquele gesto tão simples: o peito é muito mais do que alimento, é um abraço que nutre por dentro e por fora.


Quando a dor apareceu 😱

Em casa, quando ele tinha apenas 5 dias, começaram as rachaduras.
Chegaram ao ponto de acumular pus e sangrar enquanto ele mamava. 😓

Para aliviar, comprei uma bomba de leite manual e dei um descanso para as mamas cicatrizarem.
Usei pomada de lanolina, segui dicas de família (até casca de banana) e fui tentando de tudo.

Mesmo assim, como a boca dele era pequena, fazia muitos estralos ao mamar.

Eu sabia que isso significava pega incorreta, mas era difícil de ajustar, principalmente quando ele estava com muita fome.😪

Nessas horas, colocava meu mindinho no cantinho da boca para soltar e tentar de novo.
Melhorava um pouco, mas logo os estralos voltavam. Era um ciclo sem fim, de três em três horas.


Nossa rotina no início 👶

nossa rotina no inicio

Nos primeiros dias:

  • Gabriel dormia demais, e eu precisava acordá-lo para mamar de três em três horas.
  • Ficava entre 9 e 11 minutos no peito.
  • Depois, eu o colocava para arrotar — às vezes funcionava, às vezes não, mas sempre esperava pelo menos 10 minutos.
  • À noite, acordava com fome e chorava no berço.
  • Nós primeiros dias dormiu no berço, mas antes de fazer um mês já dormia na cama.
  • Acordava procurando o seio e eu já dava.

Meu mamilo até tinha um formato bom, mas ele não abocanhava tudo.
Parecia que estava mordendo, e quando soltava, o mamilo ficava em formato de batom. 💄
Era exatamente ali, na ponta, que as fissuras abriam.

Os primeiros dias foram bem intensos, muita dor na hora de amamentar 😖😖… Ele chorava de fome e eu queria chorar junto, vazava leite o tempo todo.

Meu peito inchava, ficava duro era difícil até encostar para lavar no banho, sangrava…

Não dava tempo dele cicatrizar, afinal o tempo todo ele mamava.😪

Mesmo com cuidado, eu não conseguia acertar totalmente a pega. Achei que era assim que tinha que ser, que iria doer mesmo e logo passava.

E como eu queria ter tido ajuda logo no início… acredito que teria sofrido bem menos.


Buscando conhecimento 📱

Sempre fui curiosa e gostei de aprender.
Quando fui a uma palestra sobre amamentação, fiquei impressionada com o quanto eu não sabia.

Então comecei a estudar e foi aí que encontrei o método Do Peito ao Coração. 🤯
Esse eBook completo me ensinou tudo o que eu precisava: 👇

  • Como identificar sinais de fome e saciedade.
  • Técnicas de posicionamento e pega correta.
  • Como aumentar a produção de leite.
  • O que eu podia ou não comer.
  • E, principalmente, como transformar a amamentação em uma experiência tranquila e gratificante.

A evolução do Gabriel 🥰

Quando Gabriel completou 2 meses, a dor já não existia.
A boquinha cresceu e a pega ficou cada vez mais fácil afinal estava aplicando todas as técnicas que tinha aprendido. 💪

Hoje, com 3 meses:

  • Ele mama em apenas 5 minutos.
  • Pega o peito com facilidade.
  • Os estalos sumiram.
  • Só ouço o barulhinho delicioso de engolir.

Hoje, o bico do meu peito parece até elástico de tanto que o Gabriel puxa.
E acredite: eu nem me lembro mais de como era a dor de uma fissura. 😎

Tudo ficou tão mais fácil! Agora consigo identificar os sinais de fome antes mesmo do choro, e isso mudou completamente nossa rotina. É como se eu e ele tivéssemos criado uma conexão única, silenciosa, mas cheia de significado.

E nada no mundo se compara ao olhar que ele me dá depois de mamar. É um olhar profundo, de pura gratidão 😍😍. Gratidão por ter a barriguinha cheia. Gratidão por ter saciado a sede. Gratidão até por não se sentir sozinho.🙏

É nesses momentos que percebo: amamentar não é só alimentar, é viver uma troca de amor tão intensa que palavras quase não dão conta de explicar.


Reflexão final

Hoje, Gabriel está com 4 meses.
Logo chega a hora da introdução alimentar, e ele não dependerá tanto de mim.

Mas sei, com toda certeza, que quando ele mais precisou… eu fui o alimento.

Olhando para trás, vejo como um material de qualidade teria feito diferença no começo.
Por isso, quero te indicar o eBook Do Peito ao Coração. 🤱

Eu cheguei até ele depois de passar pelas minhas piores experiências e não quero que você passe pelas mesmas.
Quero que o começo da vida do seu filho seja leve.

Hoje digo com toda certeza:
👉 O principal item do enxoval não é uma pomada, nem uma bomba de leite.
👉 É conhecimento.

Estude, se prepare, e eu garanto: tudo ficará mais fácil!

Categorias: Maternidade

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